Posso pegar o seu cérebro?????
Estava vendo "Madrugada dos Mortos" e tenho uma perguntinha sobre zumbis.
Eu sei que o que eles querem é devorar meu cérebro, mas o que acontece se eles não conseguirem comer nenhum cérebro por uns 6 meses? Eles morrem? Eles ficam irritadiços por causa da queda de glicose? Um cérebro de macaco teria o mesmo efeito de um cérebro humano? Eu não entendo.
Alguém aí sabe as regras dos zumbis? Me dêem uma luz!
Re-escrevo muito tudo isso
Dia desses eu comprei um lanche do McDonald's. Ele veio em uma sacola de papel, com uma inscrição: "McDonald's: Amo muito tudo isso" impresso dos dois lados.
Enquanto eu comia uma das batatinha fritas, eu fiquei imaginando quem estava amando o que. Aparentemente eu estava amando o McDonald's.
Não me lembro de Ter sido consultada a respeito disso, mas lá estava a afirmação, na sacolinha do meu hamburguer. Tinha até uma "trademark", então eu acho que meu amor deve ser verdadeiro e profundo...
Claro que McDonald's e eu temos uma história juntos, mas será que ele não está sendo meio presunçoso? Será que ele precisava mesmo usar a palavra "amor"? E ele nem teve a cortesia de dizer que me ama também! (não vou mentir... isso dói um pouco)
Acho que eu poderia ajudar Ronald fazendo meu próprio conjunto de slogans, que cubram uma gama um pouco maior de sentimentos...
01) McDonald's: Estamos só ficando
02) McDonald's: Não estou querendo um relacionamento sério agora
03) McDonald's: Gosto de você como amigo
04) McDonald's: Estou afim, mas ele só me enrola
05) McDonald's: Tô afim mesmo é do irmão dele
06) McDonald's: Eu tô pegando
07) McDonald's: Um amigo meu tá tri afim de ti
Se você tem algum outro slogan para sugerir ao Ronald, o quadro de comentarios é serventia da casa.
Lula veta regulamentação profissional dos jornalistas
A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) emitiu nota de protesto contra a decisão do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, publicada no final do mês de julho, em relação ao veto na íntegra do Projeto de Lei 079/2004, aprovado pela Câmara Federal e Senado da República no sentido de regulamentar o exercício da profissão de jornalista. Por outro lado, está mantida a obrigatoriedade do diploma de jornalista para as funções contempladas pelo decreto-lei de 1969, o que mobilizou as forças contrárias à reserva de mercado para os jornalistas com formação universitária específica na área.
Por meio de nota sob o título "Governo cede ao lobby dos donos da mídia", a Fenaj manifesta a sua posição:
"Os patrões venceram. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva capitulou mais uma vez aos interesses das grandes empresas de comunicação do País ao vetar integralmente o projeto de lei que atualiza as funções da profissão de jornalista. Orientado por sua equipe, o presidente cedeu aos argumentos falaciosos dos donos da mídia que, utilizando indevidamente do poder de difusão que têm, usaram seus veículos apenas para defender seus interesses.
A atualização da regulamentação profissional dos jornalistas é uma reivindicação legítima da categoria, organizada em seus Sindicatos e na FENAJ. O projeto de lei nº 079/2004 foi discutido e democraticamente aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Ao vetá-lo integralmente, o presidente nega, mais uma vez, sua origem sindical, sua luta pela organização dos trabalhadores e, principalmente, o respeito aos princípios democráticos que vigoram no Brasil.
O governo simplesmente não resistiu à pressão desigual dos donos da mídia. Capitulou aos interesses empresariais, como fez em relação à criação do Conselho Federal de Jornalistas e ao processo de implantação da TV e do rádio digital no País.
A FENAJ não pode aceitar que, nessa capitulação, o governo lance mão do argumento da liberdade de imprensa e de expressão indevidamente utilizado pelos donos da mídia. Na campanha que desencadearam pelo veto ao PL 079, grandes jornais e emissoras de TV passaram por cima da liberdade de expressão e de imprensa que falsamente dizem defender.
A verdadeira ameaça à liberdade de expressão e de imprensa não é a regulamentação da profissão dos jornalistas. É, isto sim, o alto grau de concentração da propriedade privada na mídia, o conluio com elites políticas nos Estados e no Congresso Nacional e a hegemonia, no mercado de comunicação, de um único grupo, a Rede Globo.
Mais uma vez o movimento sindical dos jornalistas foi vítima de sórdida e orquestrada campanha sustentada pelas empresas, que difundiram, em escala de massa, desinformação e histeria. Transformou-se uma justa reivindicação profissional em um problema de Estado. Contaram, como sempre, com os serviçais de plantão e com novos e inesperados aliados, inclusive no campo dos trabalhadores. É condenável a postura da Federação dos Radialistas (Fittert) que defendeu o veto total, ao lado das empresas de rádio e TV, e, no momento final de negociação, propôs a retirada da função de repórter cinematográfico, previsto como atividade de jornalista desde 1969.
Como "saída honrosa", o Governo propôs a formação de um grupo de trabalho para discutir mudanças na regulamentação profissional. A proposta nasce comprometida pela postura autoritária das empresas de comunicação e de suas entidades representativas: ANJ, Abert e Aner que, sabidamente, não querem qualquer regulamentação.
A FENAJ não se furtará ao debate democrático e participará do grupo de trabalho proposto pelo Ministério do Trabalho, mas não abrirá mão dos direitos conquistados com a luta de gerações de jornalistas brasileiros. É preciso esclarecer à sociedade que aos jornalistas interessa manter e aperfeiçoar a regulamentação da profissão, e aos patrões interessa o fim do diploma, a ausência de um conselho profissional, a desmoralização das entidades sindicais e a não-observância dos princípios éticos que regem a profissão.
Por seu compromisso com esse passado de lutas e por acreditar em um país mais justo com o seu povo, a FENAJ, os Sindicatos de Jornalistas e toda a categoria vão continuar defendendo a regulamentação profissional, a exigência da formação de nível superior em Jornalismo para o exercício da profissão e a auto-regulamentação, com a criação de um Conselho Profissional. Porque tudo isso é condição para a prática de um jornalismo verdadeiro, ético e socialmente responsável.
Brasília, 27 de julho de 2006"
Agora me pergunta se ele vai levar meu voto, pergunta....
Plano de aposentadoria
Qualquer bom conselheiro financeiro pode te dizer que você nunca é jovem de mais para aderir a um plano de aposentadoria. E eu não poderia concordar mais com isso! Aqui está o meu plano de aposentadoria: No meu aniversário de 70 anos, vou me chapar de heroina. Bem ali na festa, do lado do bolo.
Posso até soar meio extremista, mas eu aprendi umas quantas coisas assistindo ao "the e! true hollywood story":
1º) Heroina destrói vidas: Estrelas do rock sempre estão dispostas a perder tudo o que têm por um pouco de heroina.
2) Heroina deve ser um barato: Estrelas do rock sempre estão dispostas a perder tudo o que têm por um pouco de heroina.
No momento, sou uma nerd limpinha e cheia de responsabilidades. Eu tenho uma casa, um trabalho, uma faculdade e um futuro pela frente. É por isso que eu vou deixar para destruir só o finalzinho da minha vida. E então, enquanto todos os meus amigos estiverem preocupados em arranjar camas que levantem automaticamente e tentando lembrar seus próprios nomes, Vovó Alessa vai estar curtindo a vida adoidada. Vou ser uma velhinha louca, com cabelinhos brancos, fígado ruim e braços marcados.
Pensando bem, quando eu atingir os 70, vou enlouquecer de vez! Tatuar meu rosto, dormir com qualquer um e desafiar aqueles caixas de supermercado que ficam tentando ser gentis e chamando as senhoras de "vovó". Vai ser demais!!!
É isso aí! planejem seu futuro, crianças! É importante!
Aproveitem enquanto é tempo... há uma grande possibilidade de este post ser deletado amanhã, quando eu sair desta fossa...
